A
reunião aconteceu no nício da noite da quinta-feira (6) e durou de cerca de
três horas. Através de plataforma digital, os vigilantes do quadro de
técnico-administrativos da Universidade Federal de Pernambuco puderam se reunir
com o reitor Alfredo Gomes para abrir um debate que segundo o Sintufepe-UFPE,
que provocou a realização deste momento, está bastante represado, entre
demandas, entendimentos e encaminhamentos.
A
reunião sussitou basicamente dois eixos, entre a gestão da Superintendência de
Segurança Institucional da UFPE e as políticas de prevenção e combate ao
Coronavírus, com um recorte para os vigilantes da Universidade, que tem um
contingente de aproxiamdamente 200 profissionais estando estes trabalhando em
regime normal. Outros temas também foram abordados como o dimencionamento de
pessoal, segurança nos locais de trabalho (controle de acesso, circulação,
equipamentos), gestão dos contratos de terceirização de segurança e outros
assuntos.
O
Sintufepe-UFPE realizou uma cobrança forte quanto à política de testagem do
Covid-19 para a categoria, como forma de identificar um quadro seguro no
exercício do trabalho; além da inclusão na folha de pagamento dos trabalhadores
da segurança, principalmente os que trabalham em postos do Hospital das
Clínicas, de adicionais ocupacionais adequados ao risco e insalubridade do
local de trabalho.
O
reitor Alfredo, que estava acompanhado na reunião pela pró-reitora de gestão de
pessoas e qualidade de vida, Bruna Carvalho, abordou que está sendo
providenciado os protocolos para a execução das testagens de todo quadro
profissional que está exercendo seu trabalho nos campis da UFPE. Quando cobrado
pela susseciva troca de comando do SSI, o reitor tratou de informar que está
aberto a indicações de nomes para ocupar a função de superintendente, mas que
por esta ser uma função muito sensível para a confiança da administração
universitária, não caberia a realização de um processo eleitoral visando essa
escolha.
A direção do Sintufepe-UFPE
abordou que não é papel do sindicato fazer a indicação de nomes, mas
ressaltando que entre os quadros da segurança institucional tem gente
competente e capacitada para gerir essa superintendência e mais, que justo por
isso e diante do momento conjuntural do país, é passivo de recusa qualquer
iniciativa que vise a militarização da segurança universitária, começando pela
gestão do SSI.

