A atividade promovida pelo comando local de greve: “Terras raras e a soberania nacional brasileira”, trouxe, ao som do tambor percussivo do baque virado, a energia dos toques do maracatu. Foi assim que o Grupo Percussivo TAEs do SINTUFEPE, criado em plena greve de 2026, guiado pelo mestre Paulinho Ogan, fez vibrar os tambores na abertura da tão aguardada atividade do dia 06 de maio.
O batuque começou encantando as pessoas que esperavam com euforia e curiosidade, a mesa dos trabalhos se formar, pois nela estariam como convidados: Jones Manoel, João Victor Marques e Guilherme Fonseca. Ao final da atividade, os tambores também partiram em ritual.
Saíram com os TAEs batuqueiros, decididos a driblar a chuva que ameaçava cair, pisando no baque forte de luandas, martelos e arrastos, rumo ao Restaurante Universitário (RU), tocar para os/as estudantes encantar.
Mas, a chuva quis chegar junto e o vento também veio se amostrar. Teve tambor se virando aqui e ali para esperar a chuva passar, foi então que tivemos a certeza de que a missão do batuque estava cumprida, pois mais um final de atividade de greve tinha acabado de chegar.


























