A redução da jornada de trabalho é uma das importantes
bandeiras de luta de toda a classe trabalhadora. No âmbito das pautas dos
Técnico-Administrativos em Educação, a luta pela jornada de 30 horas é uma
bandeira histórica da FASUBRA.
bandeiras de luta de toda a classe trabalhadora. No âmbito das pautas dos
Técnico-Administrativos em Educação, a luta pela jornada de 30 horas é uma
bandeira histórica da FASUBRA.
A
flexibilização da jornada de trabalho é boa para a sociedade, para o serviço
público e para os servidores. Podemos elencar vários pontos positivos, tais
como: extensão do atendimento favorecendo o turno noturno; a abertura dos
setores no horário de almoço; maior celeridade na acolhida e encaminhamento das
demandas dos setores; melhora da qualidade de vida do(a) servidor(a), dentre
outros pontos. Cabe aqui destacar que, devido à expansão universitária, o
aumento de vagas, a abertura de novos cursos, e ainda o aumento dos cursos
noturnos, a jornada flexibilizada abarca um setor que sempre foi negligenciado,
já que as 40 horas de
flexibilização da jornada de trabalho é boa para a sociedade, para o serviço
público e para os servidores. Podemos elencar vários pontos positivos, tais
como: extensão do atendimento favorecendo o turno noturno; a abertura dos
setores no horário de almoço; maior celeridade na acolhida e encaminhamento das
demandas dos setores; melhora da qualidade de vida do(a) servidor(a), dentre
outros pontos. Cabe aqui destacar que, devido à expansão universitária, o
aumento de vagas, a abertura de novos cursos, e ainda o aumento dos cursos
noturnos, a jornada flexibilizada abarca um setor que sempre foi negligenciado,
já que as 40 horas de
jornada é direcionada para uma universidade diurna.
A
delicada conjuntura pela qual estamos passando nos impõe a necessidade urgente
de uma unidade política em torno de nossas pautas. Somos todos uma só
categoria, independente de estarmos lotados no campus ou na Administração
Central.
delicada conjuntura pela qual estamos passando nos impõe a necessidade urgente
de uma unidade política em torno de nossas pautas. Somos todos uma só
categoria, independente de estarmos lotados no campus ou na Administração
Central.
O
cenário de recrudescimento da repressão contra as liberdades individuais e o
pensamento crítico, apontados para o horizonte com a posse do próximo governo,
asfalta caminho para o avanço de uma onda intervencionista sobre as
universidades. A Instrução Normativa 02 da Secretaria de Gestão de Pessoas do
Ministério do Planejamento é um exemplo disso, pois ataca frontalmente a
autonomia universitária e o Regime Jurídico Único.
cenário de recrudescimento da repressão contra as liberdades individuais e o
pensamento crítico, apontados para o horizonte com a posse do próximo governo,
asfalta caminho para o avanço de uma onda intervencionista sobre as
universidades. A Instrução Normativa 02 da Secretaria de Gestão de Pessoas do
Ministério do Planejamento é um exemplo disso, pois ataca frontalmente a
autonomia universitária e o Regime Jurídico Único.
Nadando
nessa onda, sem o menor pudor, a gestão Anísio & Flor submete a lei e as
prerrogativas de suas funções, já sinalizando uma “adequação” ao novo governo
que visa eliminar ao máximo possível o serviço público e as políticas sociais.
nessa onda, sem o menor pudor, a gestão Anísio & Flor submete a lei e as
prerrogativas de suas funções, já sinalizando uma “adequação” ao novo governo
que visa eliminar ao máximo possível o serviço público e as políticas sociais.
A
famigerada Instrução Normativa 02/2018 do Ministério do Planejamento não pode
ser tomada como um pêndulo para as universidades públicas organizarem a
política de pessoal pois, além de juridicamente repleta de lacunas e
questionamentos, ela desrespeita frontalmente a autonomia administrativa
universitária e se constitui em mais um movimento de privatização paulatina das
universidades públicas e do serviço público federal em geral.
famigerada Instrução Normativa 02/2018 do Ministério do Planejamento não pode
ser tomada como um pêndulo para as universidades públicas organizarem a
política de pessoal pois, além de juridicamente repleta de lacunas e
questionamentos, ela desrespeita frontalmente a autonomia administrativa
universitária e se constitui em mais um movimento de privatização paulatina das
universidades públicas e do serviço público federal em geral.
A
imposição do ponto eletrônico e as dificuldades impostas pela gestão para
viabilizar a jornada flexibilizada demonstra a cara de uma administração pouco
sensível ao aprofundamento democrático, especialmente no que tange a nossa
categoria. O reitor precisa entender que a categoria dos técnico-administrativos
deve ser ouvida com seriedade e incluída nos espaços de decisão da nossa
universidade. Não podemos aceitar essa postura autoritária que rebate
diretamente na concepção de universidade pública que defendemos e nas nossas
vidas enquanto servidores(as) da UFPE.
imposição do ponto eletrônico e as dificuldades impostas pela gestão para
viabilizar a jornada flexibilizada demonstra a cara de uma administração pouco
sensível ao aprofundamento democrático, especialmente no que tange a nossa
categoria. O reitor precisa entender que a categoria dos técnico-administrativos
deve ser ouvida com seriedade e incluída nos espaços de decisão da nossa
universidade. Não podemos aceitar essa postura autoritária que rebate
diretamente na concepção de universidade pública que defendemos e nas nossas
vidas enquanto servidores(as) da UFPE.
TODOS E TODAS À REITORIA – QUARTA-FEIRA (19) – 8 HORAS

