Estamos em greve! Em tempos de reforma trabalhista e da
previdência, não podemos recuar. Na UFPE as constantes tentativas de
automatizar uma instituição de educação merecem, sim, oposição. A luta do
movimento grevista dos técnicos administrativos em educação não se resume
apenas a não implantação do ponto eletrônico, trata também das intenções e das
práticas a ele associadas. Mesmo com as dificuldades diárias de seu trabalho,
muitas delas motivadas por falta de recursos e ingerências praticadas por
superiores hierárquicos, os TAEs têm contribuído, ao lado dos docentes e
discentes, de maneira importante para a gestão da UFPE, esforçando-se para que
a universidade alcance seus objetivos através da promoção de um ambiente
adequado ao desenvolvimento de pessoas e à construção do conhecimento.
ambiente propício ao desenvolvimento humano com a instalação de uma forma
arcaica de opressão?
assédio moral no local de trabalho e no espaço acadêmico, gerariam melhores
resultados. Se abrirmos espaço para a instalação do ponto eletrônico e o
cadastramento da biometria, estaremos permitindo a intimidação diária de nossos
direitos e à dignidade no local de trabalho tão duramente conquistados.
cadastrado a biometria até novembro e, por isso, a reitoria estendeu o prazo do
processo. O boicote constrangeu a administração central. Vamos manter o boicote
até que eles desistam do ponto eletrônico!

